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14 de maio de 2013

Menos SAL para a criançada

Agora é oficial: a Organização Mundial da Saúde limita a quantidade de sódio para os pequenos. Entenda por que isso pode livrá-los de encrencas futuras.


Texto de Mirtes Aquino*
Em que fase da vida você acha que as preocupações com a hipertensão arterial e o excesso no consumo de sal devem surgir? Se você não é alguém que tenha tido contato recente com a questão, por mais preocupado que esteja com a saúde de sua família, é muito provável que exclua a infância da sua resposta. Entretanto, já foi o tempo em que este distúrbio era exclusividade dos mais velhos, como afirma a revista Saúde é vital em sua edição de abril de 2013.
Segundo a publicação, à medida que o cardápio da meninada foi invadido por alimentos industrializados e ricos em sódio, problemas de pressão alta foram se tornando cada vez mais precoces. O fato chamou a atenção inclusive da Organização Mundial da Saúde (OMS), que faz um alerta ainda mais grave: o distúrbio tem enorme probabilidade de se perpetuar na vida adulta. Por isso, a OMS passa a recomendar uma ingestão de menos de 2 gramas de sódio por dia para quem tem entre 2 e 15 anos.
sodio_maleficio salgado
Mas onde o sódio pode ser encontrado? Eis a grande questão! Ainda segundo a reportagem, o mineral, que estende o prazo de validade dos alimentos, está presente na maioria dos produtos consumidos (e adorados) pelas crianças, como bolachas recheadas, pães, comidas de fast food e os famosos salgadinhos. Uma olhada na imagem abaixo deixa claro que os alimentos que a indústria alimentícia nos convenceu que são pertencentes à categoria de “comida para criança” possuem altas taxas de sódio, tornando extremamente fácil que uma criança assim alimentada exceda o limite recomendado pela OMS – chega a ser assustador que um pacotinho de macarrão instantâneo possua quase 70% deste limite.
de onde vem o sodio
O que o crescimento do consumo de guloseimas e junkfood tem trazido é o avanço entre as crianças da chamada hipertensão primária, aquela que não tem razão específica e até alguns anos era rara na infância. As estimativas da Sociedade Brasileira de Cardiologia apontam para 6% a 8% das crianças brasileiras já hipertensas. O mais assustador nisso tudo é que a hipertensão é um assassino silencioso, com uma minoria dos pacientes apresentando sintomas.
Além da ingestão excessiva de sódio, é preciso destacar a herança genética e a obesidade como fatores determinantes da hipertensão na infância. Para Aline Maria Pereira, nutricionista da Unifesp, quanto mais tempo uma criança ou adolescente permanecer acima do peso, maior é a probabilidade de virar hipertensa e apresentar doenças cardiovasculares no início da fase adulta.
As recomendações da reportagem para prevenir e atacar este mal não trazem nenhuma novidade para os que se preocupam com a alimentação das crianças: introduzir hábitos saudáveis desde cedo e retardar/reduzir a oferta de industrializados, com destaque para a amamentação exclusiva nos 6 primeiros meses de vida.
Entretanto, apesar da fácil compreensão, estas regras apresentam-se como um desafio para quem tem crianças diariamente bombardeadas pelos apelos da mídia alimentícia, sempre pronta para chegar a elas através de personagens e situações que lhes sejam atraentes. Além disso, os adultos também são atingidos pela mídia e suas promessas de praticidade e enriquecimento nutritivo dos alimentos industrializados. Parece que para manter nossas crianças saudáveis é preciso cada vez mais remar contra a maré publicitária!
*Mirtes é economista, funcionária pública e mãe da Letícia, que há 6 anos a ensina que é possível construir um mundo melhor.


20 de fevereiro de 2013

7 feiras orgânicas onde você enche a dispensa com menos de R$ 50,00





Os alimentos orgânicos são cultivados  sem os agrotóxicos tão prejudiciais a saúde, condizem com o manejo sustentável do solo e da água e, além disso, possuem mais sabor e nutrientes. Cenário perfeito para o consumo se não fosse por um agravante: o preço. Em se tratando das grandes redes de supermercado, a diferença para os produtos convencionais é tão expressiva que torna impossível sua aquisição. Contudo, felizmente, uma alternativa a esse dilema vem se disseminando rapidamente no país: as feiras de orgânicos.


Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), a diferença de preços pode chegar a 463% entre os supermercados (mais caros) e as feiras (mais baratas). Os grandes varejistas se defendem alegando que o fornecimento é limitado se comparado à sua demanda, daí o estoque reduzido e o custo alto; já os produtores  dizem que o produto convencional que é privilegiado nas gôndolas  em prol de um direcionamento sem disfarce dos orgânicos para as classes mais abastadas.

Seja como for, o consumidor não pode e nem deve sair prejudicado. Sendo assim, o próprio IDEC se encarregou de lançar no final do ano passado um site que aponta onde estão as feiras que comercializam produtos orgânicos em todo o país. A ideia da  iniciativa é facilitar e estimular a alimentação saudável dos brasileiros. “Numa feira dessas, com R$ 50 é possível encher a dispensa de duas pessoas por uma semana”, afirmam especialistas. Eis algumas das principais opções disponíveis:



1. Feira Orgânica do Parque Burle Marx
Local: Av. Dona Helena Pereira de Moraes, 200 – Morumbi
Funcionamento: Sábado, das 7h às 13h

2. Nova Feira do Produto Orgânico e Agricultura Limpa
Local: Parque do Ibirapuera, São Paulo
Funcionamento: Sábados das 7h às 13h.



3. Feira do Produtor Orgânico da AAO
Local: Parque da Água Branca, São Paulo
Funcionamento: Terças, Sábados e Domingos das 7h às 12h




4. Feira da Praça Nossa Senhora da Paz
Funcionamento: Terças-feiras, das 7h às 13h
Endereço: Praça Nossa Senhora da Paz, Ipanema, Rio de Janeiro.


5. Feira da Praça JK
Funcionamento: Sexta-feira, das 6h30 às 12h
Endereço: Praça JK – Comiteco, Belo Horizonte




6. Feira Orgânica de Curitiba
Funcionamento: Sábados, das 07h às 12h
Endereço: Passeio Público – Rua Presidente Faria



7. Feira Ecológica de Caxias do Sul
Funcionamento: Sábados, das 07h às 12h
Endereço: Largo da antiga Estação Férrea, Caxias do Sul







Fonte: http://www.hypeness.com.br/2013/02/7-feiras-organicas-onde-voce-enche-a-dispensa-com-menos-de-r-50/





















1 de fevereiro de 2013

Tipos de Vegetarianos


Tipos de Vegetariano
De forma genérica, vegetariano é o indivíduo que não utiliza nenhum tipo de carne (vermelhas ou brancas) na sua dieta.

Vegetarianismo é sinônimo de alimentação sem carne. Essa é a característica comum de todos os vegetarianos.

O vegetariano pode ou não utilizar derivados animais na sua alimentação.




Ovo-lactovegetariano: é o vegetariano que utiliza ovos, leite e laticínios na sua alimentação.

Lactovegetariano: é o vegetariano que não utiliza ovos, mas faz uso de leite e laticínios.

Vegetariano estrito: é o vegetariano que não utiliza nenhum derivado animal na sua alimentação. É também conhecido como vegetariano puro.

Vegano: é o indivíduo vegetariano estrito que recusa o uso de componentes animais não alimentícios, como vestimentas de couro, lã e seda, assim como produtos testados em animais. Em inglês você vai encontrar o termo "vegan" como referência a esse indivíduo. No Brasil esse termo foi traduzido como vegano.

Crudivorista: é, na grande maioria dos casos, um vegetariano estrito que utiliza alimentos crus, ou aquecidos no máximo a 42oC. Alguns podem aceitar leite cru e carne crua também, descaracterizando o termo vegetariano estrito. A utilização de alimentos em processo de germinação (cereais integrais, leguminosas e olegainosas) é comum nessa dieta. Diferente do que se pode imaginar, essa dieta apresenta preparações bastante sofisticadas e saborosas.

Frugivorista: vegetariano estrito que utiliza apenas frutos na sua alimentação. O conceito de "frutos", nesse caso, segue a definição botânica, que inclui os cereais, alguns legumes (abobrinha, beringela...), oleaginosos e as frutas.

Macrobiótico: designa uma forma de alimentação que pode ou não ser vegetariana. O macrobiótico tem um tipo de alimentação específica, baseada em cereais integrais, com um sistema filosófico de vida bastante peculiar e caracterizado. A dieta macrobiótica, diferentemente das vegetarianas, apresenta indicações específicas quanto à proporção dos grupos alimentares a serem utilizados. Essas proporções seguem diversos níveis, podendo ou não incluir as carnes (geralmente brancas). A macrobiótica não recomenda o uso de leite, laticínios ou ovos.


Semi-vegetariano: indivíduo que faz uso de carnes, geralmente brancas, em menos de 3 refeições por semana. Alguns consideram essa terminologia quando em apenas uma refeição por semana. Esse termo ganha importância nos estudos científicos, na comparação dos efeitos à saúde entre vegetarianos e onívoros, já que, teoricamente, o semi-vegetariano consome carne, mas menos do que um onívoro. Atenção: esse indivíduo não é vegetariano!

Onívoro: é o indivíduo que aceita qualquer tipo de alimento na sua dieta.






Fonte: Alimentação Sem Carne, do Dr. Eric Slywitch
Fonte: http://cantinhovegetariano.blogspot.com.br/2007/06/tipos-de-vegetariano_03.html